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Como o grupo Crédit Agricole acelera a adoção da IA com a Brain
O grupo Crédit Agricole implementa a Brain para formar todos os colaboradores nos reflexos certos de IA, limitar o Shadow AI e difundir a governança de IA à escala do grupo.
20+
stakeholders Data/IA envolvidos
6 meses
programa de formação
5
níveis de dificuldade
O desafio
O grupo Crédit Agricole já forma os seus colaboradores em inteligência artificial através de percursos clássicos. Mas a constatação é clara: as formações tradicionais não são suficientes para consolidar os reflexos certos no quotidiano. A IA generativa difunde-se rapidamente nos ofícios, muitas vezes fora dos quadros previstos. O Shadow AI torna-se um risco concreto para a governança do grupo.
O Chief Data & IA Officer e a sua equipa procuram uma abordagem diferente: criar verdadeiros reflexos de IA em todos os colaboradores, e não simplesmente transmitir conhecimentos teóricos.
O contexto
Na sequência do sucesso da Cyber Cup 2025, uma competição de sensibilização para a cibersegurança implementada pela Brain no seio do grupo CASA e das suas filiais, a equipa Data & IA quis explorar as mesmas mecânicas envolventes para um novo desafio: a aculturação e adoção dos usos da IA, segundo a governança do grupo, destinada a todos os colaboradores.
A solução
A Brain foi implementada com um programa à medida, co-construído com as equipas do grupo:
Um programa validado pelo terreno. Os conteúdos foram elaborados com o Data Lab do grupo e validados por mais de 20 stakeholders Data/IA nas filiais. Cada exercício reflete os casos de uso reais e as regras de governança do grupo.
Práticas e reflexos IA em 6 meses. O programa abrange todos os colaboradores com micro-exercícios diários. O objetivo não é formar especialistas, mas construir os reflexos certos: saber quando usar a IA, como proteger os dados, quais ferramentas estão autorizadas.
5 níveis de dificuldade. Do principiante ao avançado, cada colaborador progride ao seu ritmo. O grupo pode acompanhar o nível de maturidade alcançado por filial e por entidade, uma necessidade chave para pilotar a transformação em escala.
Competições e ligas. Para manter o engagement ao longo do tempo, a Brain organiza competições inter-equipas com classificações e recompensas. O formato que fez o sucesso da Cyber Cup é replicado para a IA.
Os resultados
O programa está em fase de implementação. Os primeiros retornos confirmam a abordagem:
- O formato reflexos é percebido como complementar e diferenciador em relação às formações existentes do grupo
- Os 5 níveis de dificuldade permitem traçar a maturidade IA por filial e por entidade, respondendo a uma necessidade concreta de pilotagem
- As ligas mantêm a motivação dos colaboradores ao longo do programa
O objetivo
Limitar o Shadow AI, difundir os reflexos e usos corretos, e propagar a governança de IA do grupo junto de todos os colaboradores.
"O que nos convenceu foi o foco nos reflexos. Não é mais uma formação disponibilizada. É complementar e diferenciador em relação ao que o grupo já propõe."